segunda-feira, 5 de julho de 2010

EM DEFESA DO COLÉGIO CATARINENSE


Foto da Sexta D, em 1993. Sou o primeiro da ponta, no canto direito da imagem. Aproveito a oportunidade para dizer que o Colégio Catarinense nada tem com o crime envolvendo adolescentes. Educação concede-se em casa. O colégio fez, e continua fazendo, o seu papel de orientar e dar disciplina aos alunos. Já são 105 anos de tradição. No retrato, grande amigos que estão por aí tocando as suas vidas: Antonio Krieger, Guilherme Zanella, Felipe Pederneiras, Spyros Dimattos, Guilherme Oliveira, Thaís Machado, Sandra Daniela, Paulinho Schlemper, Henrique Gigante, Julye Poffo, Jorge Kotzias Neto, Gabriel Esteves, Gustavo Santos e etc.

3 comentários:

ana paula de bona disse...

ok...vandrei concordo que educação deve começar em casa, mas o colégio tem um papel fundamental nela também e, sendo assim, deveria tomar uma posição firme no caso desses delinquentes juvenis e deveria expulsá-los do Catarinense e nao simplesmente fazer que nada é nada...

ana paula de bona disse...

ok...vandrei concordo que educação deve começar em casa, mas o colégio tem um papel fundamental nela também e, sendo assim, deveria tomar uma posição firme no caso desses delinquentes juvenis e deveria expulsá-los do Catarinense e nao simplesmente fazer que nada é nada...

Anônimo disse...

Para o conhecimento dessa tal Ana Paula de Bona, que provavelmente não sabe da história, o colégio catarinense nada tem a ver com o episódio.
Isto porque, o estupro ocorreu fora das suas dependências, nenhum dos envolvidos é aluno do colégio.
Assim, o colégio catarinense encontra-se eximido de quaisquer responsabilidade acerca do caso.
Abraço Vandrei.
Gil Carioni