A MARGINALIDADE
As imagens chocaram o país. Agora, me surpreendeu a franqueza do marginal Rafael Borba ao falar à imprensa que não usa drogas em frente ao filho para não influenciá-lo. No relato, o cidadão ainda sugere aos jornalistas: "Ouçam meu filho para ver a criança que ele é". Sinceramente, o rapaz errou. Vacilou. Mas as palavras, pelo menos ao meu entender, mostraram que ele é um bom pai. Às vezes, a marginalidade caminha na contramão do convívio familiar. Somente às vezes.
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