DÁDIVA

Quando o Avaí fez 2 a 1 na Chapecoense, na final, fui na direção da mãe do Léo Gago e dei um forte abraço. As lágrimas corriam pelo rosto, pois o gol da virada era a esperança para o título. Ontem, quando Gago assinalou o gol, novamente desloquei-me àquela direção e lá estava a namorada do jogador. Dei um abraço nela e agradeci. Em estado de euforia, fiz uma entrevista com ela que será publicada ainda hoje. Confiram mais tarde.

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