
Foi o fato dos últimos 4 dias. Enfim, Marquinhos fechou a permanência. Suas declarações foram convincentes. Que bom ele reconhecer o momento importante e compreender o quanto o clube precisa dele. É como voltar a 1999. Contra o Bahia, Cuca, o técnico da época, o colocou em campo para resolver o jogo. Apenas 17 anos de idade às costas. A equipe baiana, liderada por Uéslei, vencia por 2 a 1 no intervalo. Foi então que o galego da Serraria passa a escrever uma das páginas da história da Ressacada. Em questão de 20 minutos, não só empatou o jogo mas virou a partida. O fato lamentável do jogo foi o empate do Bahia no final com o gol do temido Uéslei. Mas isso foi um detalhe. Depois, veio o Goiás. O campeão da Série B naquele ano. O treinador era Hélio dos Anjos. Na equipe, Fernandão, Araújo e Dill. Um timaço. E com 2 minutos de jogo, a equipe goiana fez 1 a 0. Na sequência, o Avaí viraria para 4 a 1 com grande atuação de Marquinhos. Isso tudo veio à mente, pois à época, eu frequentava as arquibancadas. E minha paixão sempre foi o Avaí acima de tudo. A questão de torcida organizada era secundária. Vestir o azul e branco era uma honra e continua. Aliás, qual o avaiano que não tem o azul como cor favorita? Difícil negar, fácil aceitar. Pois bem, lembrar do início da trajetória de Marquinhos nos orgulha muito. Ainda mais que na sexta, dia 22, contra o Paraná, ele completa 100 jogos com a camisa do Leão. Deus quis que ele ficasse para dar ao torcedor o maior presente dos últimos tempos: a volta à elite.
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