DÁ-LHE LIDINHO
Ontem voltei às origens e visitei a sede da Embaixada Copa Lord, no Morro da Caixa. Lá, encontrei o Lidinho, Lídio da Costa. Famoso pelos serviços prestados ao samba, Lidinho ganha a todos com sua simpatia. Aliás, isso sobrou no evento da velha guarda da escola. Mas um questionamento surgiu quando encontrei o Lidinho: "Estás morando na comunidade ainda?"
Desinformação minha. Lidinho nunca morou no Mont Serrat. Nascido no Estreito, há exatos 68 anos, ele se identificou com a agremiação no tempo em que só existiam Copa Lord e Protegidos da Princesa. Quando se fala de carnaval, pergunta-se também sobre futebol. Bom, se o Lidinho mora no Estreito, é provável que ele torça pelo Figueirense. Puro engano. Nascido na Rua do Fato, Lidinho torce mesmo é para o Avaí. Mas não é por isso que estou dando destaque a ele neste espaço. O interessante é que na cultura florianopolitana se atribui ao morador do Continente a condição de torcer pelo Figueirense e pela Unidos da Coloninha. Só mesmo uma pesquisa qualitativa pode afirmar isso. E todos sabem que o clube alvinegro foi fundado na Ilha de Santa Catarina.
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