SANTA CATARINA, DESTINO DE FENÔMENOS CLIMÁTICOS
Amigos,
Em março completa 4 anos a catástofre deixada pelo Furacão Catarina e até hoje não obtive uma explicação convincente sobre a quantidade significativa de fenômenos climáticos que atingem o solo catarinense. A proximidade do mar, do pólo sul, da Antártida, enfim, pouco foi esclarecido. É claro que quem lê revistas especializadas pode ter acesso a informações que dão conta do aquecimento global e do derretimento de geleiras. O certo é que temos que nos voltar para a preservação do ambiente. O mais simples possível: Como evitar a poluição, jogando o lixo no lugar adequado.
Nesse final de semana os moradores do Distrito de Lajeado, no município de Tubarão, puderam observar mais um causador de pânico: Um tornado. Algumas casas foram destelhadas e tudo não passou de um susto. Mas uma pergunta que não quer calar: Como funciona a ação integrada entre os governos estadual e federal nesse tipo de ocorrência?
Ao meu ver, o governo federal só aparece dias depois na liberação de recursos. Não vejo o Ministério da Defesa agir, na prática, para salvar vidas e propriedades. Assim também constatei na chuva forte que assolou o litoral de Santa Catarina no dia 31 de janeiro deste ano.
Fica aqui a crítica e a reflexão...Pensem
Em março completa 4 anos a catástofre deixada pelo Furacão Catarina e até hoje não obtive uma explicação convincente sobre a quantidade significativa de fenômenos climáticos que atingem o solo catarinense. A proximidade do mar, do pólo sul, da Antártida, enfim, pouco foi esclarecido. É claro que quem lê revistas especializadas pode ter acesso a informações que dão conta do aquecimento global e do derretimento de geleiras. O certo é que temos que nos voltar para a preservação do ambiente. O mais simples possível: Como evitar a poluição, jogando o lixo no lugar adequado.
Nesse final de semana os moradores do Distrito de Lajeado, no município de Tubarão, puderam observar mais um causador de pânico: Um tornado. Algumas casas foram destelhadas e tudo não passou de um susto. Mas uma pergunta que não quer calar: Como funciona a ação integrada entre os governos estadual e federal nesse tipo de ocorrência?
Ao meu ver, o governo federal só aparece dias depois na liberação de recursos. Não vejo o Ministério da Defesa agir, na prática, para salvar vidas e propriedades. Assim também constatei na chuva forte que assolou o litoral de Santa Catarina no dia 31 de janeiro deste ano.
Fica aqui a crítica e a reflexão...Pensem
intiresno muito, obrigado
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